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O MAC encontra os artistas, com Lais Myrrha
02.08.2011

Assista ao vídeo da palestra da artista no link abaixo:

http://www.mac.usp.br/mac/O_MAC_encontra_os_artistas/2011/lm_video.htm

Coluna Infinita, de Lais Myrrha
02.08.2011

Vídeo Coluna infinita, atualmente em exibição no Paço das Artes de São Paulo.

Exposição Além da Biblioteca
02.08.2011

Museu Lasar Segall

rua Berta, 111 - São Paulo

www.museusegall.org.br

Além do Terceiro Mundo, de Marilá Dardot na Galeria Vermelho, SP
02.08.2011

De 27.07.2011 a 28.08.2011

Terça a sexta das 10h às 19h Sábado das 11h às 17h

Galeria Vermelho

rua Minas Gerais, 350 -  São Paulo

www.galeriavermelho.com.br

 

Lançamento do livro Corpo Re-Construção Ação Ritual Performance
01.07.2011

A fotógrafa e artista londrinense Fernanda Magalhães lança seu livro Corpo Re-Construção Ação Ritual Performance, na próxima terça feira (5 de julho), às 18h30, na Livraria Folha Seca (Rua do Ouvidor 37/ (21) 25077175), no Rio de Janeiro. Antes do lançamento, às 17h, ela participa de visita guiada na exposição "Eu me desdobro em muitos - A autorepresentação na fotografia contemporânea", no Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Primeiro de Março, 66/(21)38082007), da qual ela participa. Os dois eventos integram a programação do FotoRio 2011 – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro.

O trabalho de Fernanda Magalhães tem ganho destaque na exposição dentro da programação do FotoRio 2011. O curador do evento, o fotógrafo e pesquisador Milton Guran, afirmou à Veja Rio que a fotógrafa é a precursora no Brasil da produção de trabalhos em autorepresentação na área da fotografia.

O livro é resultado da tese de doutorado desenvolvido na Unicamp (Campinas, SP) entre 2003 a 2008. "O projeto surgiu a partir da minha experiência com uma grave doença e da constatação que sempre precisamos do outro para nos reconstruir. E desta relação vital com o outro, os outros/outras surgiu o trabalho que é essencialmente um trabalho coletivo, com muitos coletivos já que a proposta aconteceu com grupos diversos”, revela Fernanda Magalhães.

O livro contém um memorial da artista em que ela faz um percurso pelas séries de trabalhos que levaram à tese, além dos registros das performances com fotografias, desenhos e textos realizados pelos participantes da ação e pela própria artista.

A autora explica que seu trabalho nasceu das lembranças de sua infância com o pai, o jornalista Antonio Vilela de Magalhães e também de dois trabalhos desenvolvidos em 2002 - Impressões da Memória e A Expressão Fotográfica e os Cegos. Os desdobramentos desses trabalhos e de sua memória de infância resultaram na proposição da série. Segundo ela, uma expansão de seus trabalhos anteriores.

Em um trecho do livro, a autora diz: “O trabalho emerge como possibilidade de sobrevivência através da arte, numa ideia de que as relações podem trazer força e amor, possibilitando vida e expansão. Arte e vida conectadas. A força da ação se estabelece através das relações com o outro que atua na expansão do trabalho”.

Juntamente com o livro, o site da artista faz parte do projeto como parte multiplicadora do trabalho, “como linhas de fuga, conexões rizomáticas que permitem outros desdobramentos, novas expansões, para além de minhas atuações. O livro e o site pretendem possibilitar estas atuações para além do meu corpo”.

Teresa Serrano e Lenora de Barros debatem a identidade, gênero, linguagem corporal e a palavra
30.06.2011

A Casa Daros, em parceria com Oi Futuro, MAM-Rio e CCBB/RJ, tem o prazer de convidar para o segundo encontro do Meridianos, que reunirá as artistas Teresa Serrano (México) e Lenora de Barros (Brasil). O programa é um ciclo de debates públicos que ocorre ao longo de 2011 entre artistas representados pela coleção Daros Latinamerica. Saiba mais sobre a programação em www.casadaros.net

JULHO – OI FUTURO

Dia 5, terça-feira, 19h30

Teresa Serrano (México) e Lenora de Barros (Brasil) debatem a identidade, gênero, linguagem corporal e a palavra.

Local: Oi Futuro no Flamengo - Teatro

Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 - Flamengo

Entrada franca (as senhas serão distribuídas 30 minutos antes do evento)

REGINA ALVAREZ: experiência fotossensível
27.05.2011

A exposição Regina Alvarez: experiência fotossensível faz parte do Festival Foto Rio e contou com cuidadosa pesquisa do acervo deixado pela artista - negativos, positivos, cópias, ampliações, textos, matérias e entrevistas em jornais e revistas. Grande parte das imagens fotográficas passou por processo de conservação feito pela equipe do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da FUNARTE. Além disso, um blog, a ser lançado no dia da abertura, disponibilizará ao público imagens, textos e vídeos com entrevistas concedidas por amigos e pessoas atuantes no campo das artes visuais.

 

A exposição conta ainda com a realização de duas oficinas gratuitas conduzidas pelos artistas Paula Trope (RJ) e Dirceu Maués (PA). As oficinas terão como base a técnica do Pinhole, ou “buraco de agulha”. Esta técnica, difundida no Brasil por Regina Alvarez, até hoje é utilizada por artistas e fotógrafos no ensino e na experimentação da fotografia como linguagem. Paula Trope e Dirceu Maués, assim como Alvarez, se apropriam da técnica em projetos educativos e em processos de criação. Como disse Regina Alvarez, “Cada qual descobre e inventa novas formas de invenção, criando até uma nova linguagem fotográfica.”

 

A exposição, contemplada pelo Edital de Artes Visuais da Secretaria de Estado de Cultura tem curadoria de Denise Cathilina, ex-aluna de Regina Alvarez e professora da EAV Parque Lage.

 

Escola de Artes Visuais do Parque Lage rua Jardim Botânico, 414. Rio de Janeiro, RJ. www.eavparquelage.rj.gov.br

 

Período: 03/06/2011 - 10/07/2011

 

Horários: de segunda a quinta-feira das 9h às 22h. De sexta a domingo das 10h às 17h.

 

Abertura da exposição: 03/06/2011 das 19h às 22h

 

Lançamento do catálogo: 06/07/2011 das 19h às 22h

 

Oficinas (para alunos da EAV): com Paula Trope e Dirceu Maués.

 

Concepção e curadoria: Denise Cathilina

 

Elaboração e coordenação: Janaina Garcia / Projeto Subsolo

 

Produção executiva: Ana Angélica Costa / Projeto Subsolo

 

Projeto gráfico: Amapola Rios / Liquizen

 

Consultoria de conservação dos originais fotográficos: Sandra Baruki / Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da FUNARTE

 

Patrocínio: Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro

 

Apoio institucional: Escola de Artes Visuais do Parque Lage

 

Apoio: FotoRio 2011

 

Realização: Projeto Subsolo

 

www.experienciafotossensivel.com

Fotógrafa londrinense participa de exposição com artistas internacionais no Rio de Janeiro
26.05.2011

Mostra no CCBB insere Fernanda Magalhães no cenário internacional da fotografia ao lado de nomes como Robert Mapplethorpe, Cindy Sherman e Orlan

A  fotógrafa, artista e professora do curso de Arte Visual da Universidade Estadual de Londrina, Fernanda Magalhães, participa no próximo dia 30 de maio, às 19h, da abertura da exposição Eu me desdobro em muitos – a autorrepresentação na fotografia contemporânea, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. A exposição é o primeiro evento oficial da programação do FOTORIO 2011 - Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro. A mostra poderá ser visitada de 31 de maio a 10 de julho, no CCB-RJ (Rua Primeiro de Março, 66, 1° andar - (21)3808-2020). A entrada é franca.

Inédita e exclusiva, a exposição é fruto da parceria entre o FOTORIO 2011 e a MEP - Maison Européenne de la Photographie, de Paris, e resultado de um trabalho de pesquisa dos curadores Joana Mazza e Milton Guran em vários países e em diferentes eventos, ao longo dos últimos dois anos.  Eu me desdobro em muitos – a autorrepresentação na fotografia contemporânea apresenta 69 obras físicas de sete artistas brasileiros e 14 estrangeiros, dentre os mais importantes autores da vanguarda da fotografia no campo da arte contemporânea no mundo.

Para complementar a exposição, o CCBB vai promover o Encontros com o autor que se trata de uma série de visitas guiadas nas quais os artistas e curadores estarão circulando e comentando as obras com o público. As visitas, em que Fernanda Magalhães também estará presente, serão nos dias 1º, 2, 3 e 4 de junho, de 17h às 19h, que contará com a presença dos curadores Milton Guran e Joana Mazza e artistas.

 

Panorama internacional - Fernanda participará da exposição em meio ao trabalho de artistas como a americana Cindy Sherman, a performer francesa Orlan, o francês Martial Cherrier, a argentina Tatiana Parcero e os americanos Robert Mapplethorpe e Duane Michals. São apenas cinco artistas brasileiros presentes na mostra. Além de Fernanda, também estão no seleto grupo Sofia Borges, Luiza Burlamaqui, Helenbar e Alisson Gothz. Complementam a mostra uma seleção de cinco vídeos curtos e interativos, com curadoria de Jean-Luc Monterosso, Diretor da MEP, e ainda a instalação “Estereoscopia” do carioca André Parente.

A artista londrinense irá expor quatro trabalhos da série “A Representação da Mulher Gorda Nua na Fotografia” que circulou por várias mostras no Brasil, Europa, América Latina e Estados Unidos desde 1997. Entre 2004 e 2008, através do projeto  “Mapas Abiertos – Fotografia Latino Americana 1991-2002” que teve curadoria do espanhol Alejandro Castelotte, a fotógrafa participou de uma coletiva de oito artistas latino-americanos e do Caribe que itinerou por mais de uma dezena de cidades européias e da América Latina.

O foco da exposição Eu me desdobro em muitos – a autorrepresentação na fotografia contemporânea é o retrato a partir de uma discussão do ponto de vista da arte contemporânea. “Neste sentido”, contam os curadores “a autorrepresentação coloca-se como uma síntese da tradição do autorretrato da pintura com as modalidades de expressão surgidas ao longo do século passado, como a body art e a performance. A fotografia e o vídeo têm sido instrumento fundamental para a apresentação destes corpos-objetos”, afirmam os curadores.

 

Outros projetos – Fernanda Magalhães também está entre as artistas que integram o projeto Pesquisas Artísticas Presentes, do coletivo de arte carioca Projeto Subsolo,  que foi lançado na Casa França – Brasil, também no Rio de Janeiro, no último sábado, 21 de maio. Trata-se de um site (http://www.pap.art.br) que congrega artistas brasileiros consagrados convidados e outros nomes de indicados por estes artistas.

Cada artista convidado terá uma página com informações biográficas, sobre os trabalhos desenvolvidos, links e imagens. Além da disponibilização de um vídeo editado contendo os debates do evento Pesquisas Artísticas Presentes dos quais  participaram durante um evento realizado em 2008 no Museu da República no Rio de Janeiro. Os jovens artistas, que foram indicados para participar do projeto, produziram um vídeo autoral que será disponibilizado em suas respectivas páginas também.

De acordo com as coordenadoras do projeto Subsolo, a ideia é que o site seja um local virtual que se disponibilize a produção artística brasileira contemporânea. Participam do projeto como convidados, além de Fernanda Magalhães, os artistas: Cadu, Elaine Tedesco, Elisa de Magalhães, Entorno, João Modé, Laranjas, Marilá Dardot, Raquel Stolf e Thiago Rocha Pitta. A indicada por Fernanda Magalhães para o projeto foi a fotógrafa londrinense Karina Rampazzo.

Contatos:

Fernanda Magalhães : (43)99415930

 

 

Mais informações sobre o FotoRIO 2011:

O QUE É O FOTORIO?

FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro  tem como objetivo valorizar a fotografia como bem cultural, dando visibilidade aos grandes acervos e coleções públicas e privadas e à produção fotográfica contemporânea brasileira e estrangeira, através de exposições, projeções e intervenções urbanas, cursos, seminários, oficinas, mesas-redondas, palestras e conferências. A intenção é destacar, através de um evento de porte internacional, a importância da fotografia na comunicação e na vida social contemporânea. O evento é bienal, acontecendo nos meses de maio, junho e julho desde 2003. Em 2011 realiza sua quarta edição. Tem curadoria de Milton Guran e Joana Mazza.

 

No plano internacional, o FotoRio já nasceu integrado ao Festival da Luz, rede criada por fotógrafos, colecionadores e estudiosos da fotografia em todo o mundo. Atualmente, o Festival da Luz conta com dezenas de eventos espalhados pelas principais cidades do mundo, entre as quais Mois de la Photo (Paris - França), Fotofest(Houston - USA), Encuentros Abiertos de Fotografia (Buenos Aires - Argentina), PhotoEspaña (Madrid - Espanha), Fotoseptiembre (México) e Fototage Herten(Colônia – Alemanha).

 

Sobre os artistas que participam da exposição Eu me desdobro em muitos – a autorrepresentação na fotografia contemporânea”:

Cindy Sherman (EUA)- Apesar de fazer retratos de si própria, não podemos dizer que Sherman faça auto-retratos. Muito pelo contrário, ela cria personagens, brinca com arquétipos, com o cinema. Assim deixou sua marca como uma das mais expressivas artistas do final do século 20.

Gerardo Montiel Klint (México)- Designer, artista e fotógrafo. Constrói provocativas cenas que por um lado remetem a solidão e por outro a performance. Personagem performático de suas imagens. Sua obra constantemente se remete a pintura (o barroco de Vermeer ou Pieter Brueguel, as fotografias de Cindy Sherman e Manuel Álvarez Bravo) e está em inúmeras coleções: Kiyosato Museum of Photographic Arts (Japão), Museum of Fine Arts (Houston), Museo de Arte Contemporáneo de Huesca (Espanha) e Centro de la Imagen (México).

Robert Mapplethorpe- Nasceu em 1946 e faleceu em 1989 em Nova Iorque.
Gilbert & Georg (Itália e Inglaterra)- Dupla que adotou o slogan “arte para todos” passou em pouco tempo a ser reconhecida pelo grande público, produzindo imagens sempre impecáveis sobre os mais variados temas, mas tendo como principal fonte de inspiração a região onde moravam, o London’s East End, que funcionava como um microcosmo. 
Martial Cherrier (França)- Campeão francês de fisiculturismo em 1997, seu trabalho artístico é pautado por uma pesquisa auto-irônica sobre a transformação do próprio corpo por meio de anabolizantes, exercícios físicos e alimentação regrada. Com a série Fly or Die, substitui o corpo de uma borboleta pelo seu e as asas do inseto por bulas de anabolizantes, comparando a metamorfose do inseto à do fisiculturista. A crítica pela busca desenfreada de uma beleza apolínea e padronizada, idealizada pela sociedade contemporânea, se materializa em obras que nunca dispensam o humor e a ironia. 
ORLAN (França – EUA)- Influenciada pela obra de Duchamp e pelas correntes revolucionárias do Maio de 68, ORLAN trabalha performances blasfêmicas onde o seu corpo encarna e molda diferentes personagens. Por conta de uma gravidez extra-uterina fez com que fosse operada de emergência, filmou e enviou de imediato para o Centro de Arte Contemporânea de Lion para ser exibida, numa performance quase em simultâneo. Agora ORLAN passa a esculpir na sua própria carne, agindo impiedosamente sobre ela através de operações plásticas. Não seriam operações normalizadas feitas à porta fechada, mas sim sob a forma de performance mediática e ensaiada onde se mistura música, literatura, dança, fotografia e vídeo.
Pierre et Gilles (França)- A dupla produz imagens extremamente elaboradas onde cada detalhe é minuciosamente cuidado, desde o figurino, composição, retoques a moldura. Trabalhando com auto-retratos e inúmeros retratos de celebridades, eles abordam temas diversos como cultura popular, cultura gay, pornô, religião. 
Tatiana Parcero (México – Argentina)- Sua obra começou com biografia e rituais pessoais do dia a dia, explorando sensações e emoções, que, mesmo sendo íntimos ou individuais, são incluídos em uma esfera mais ampla do feminino e do humano. Mexicana, vive e trabalha em Buenos Aires. Sua obra está presente em diversas coleções como Museum of Fine Arts (Houston, EUA), Museo de Arte Moderno (México), Fundación de Arte Caja Burgos (Espanha) e Museu de Arte Moderna (Buenos Aires).
Alisson Gothz- Artista e performer paulista, Alisson é um exemplo de como obra e artista estão interligados no conceito e na forma. Suas “produções” para sair na noite de São Paulo são registradas em imagens e todas estas transformações são postadas na internet, de forma que quem não viu ao vivo tem a oportunidade de conferir quase on-line. Ele utiliza diversos canais na rede como Fotolog, Flickr, Facebook ou mesmo através do próprio site. 
André Parente- Artista multimídia, pesquisador, Doutor em Cinema pela Universidade de Paris VIII, onde estudou sob a orientação do filósofo Gilles Deleuze, professor da Escola de Comunicação da UFRJ onde fundou o Núcleo de Tecnologia da Imagem (N-imagem) e autor de diversos livros. Na sua obra o próprio corpo é objeto, testemunha e agente das ações e performances artísticas. Como meio utiliza o vídeo e a fotografia, muitas vezes interativa, como é o caso do “Estereoscopia”, apresentado nesta seleção.
Fernanda Magalhães- Artista, fotógrafa, performer, Doutora em Artes pela UNICAMP, professora da Universidade Estadual de Londrina e chefe da Divisão de Artes Plásticas da Casa de Cultura UEL. Trabalha há mais de 20 anos sobre a questão do corpo, tendo como fio condutor o questionamento sobre a discriminalização dos obesos. Tendo ela própria obesidade mórbida, desenvolveu uma série de auto-retratos construídos com montagens, recortes e lembranças.
Helenbar- Artista, designer e professora da Escola Superior de Desenho Industrial da UERJ, a carioca Helena Barros, e seu alter-ego virtual Helenbar, elabora sofisticadas imagens utilizando recursos contemporâneos como câmera digital e photoshop, entretanto com visível referência à pintura, tendo como inspirações desde o movimento Pré-Raphaelita, o Barroco as pinups do ilustrador Vargas. Seus auto-retratos ganharam o mundo através da internet e hoje seu site pessoal é o maior instrumento de exposição.
Luiza Burlamaqui- A jovem artista carioca é formada pela UERJ, tendo estudado no London Institute of Art e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Suas obras abordam a poética do feminino, sendo a própria autora objeto desta poética em diversos ensaios.
Rodrigo Braga- Nascido em Manaus, é graduado em Artes Plásticas pela UFPE, em 2002. Em 2004 foi contemplado com bolsa de pesquisa no 45º Salão de Artes de Pernambuco, realizando a série “Fantasia de Compensação”, que apresentamos nesta mostra. Entre 2005 e 2007 foi gerente de artes visuais da Prefeitura de Recife, onde coordenou o “SPA das Artes”. A trajetória de Rodrigo Braga se confunde com as discussões mais acaloradas em torno das mutações biogenéticas possibilitadas pela revolução tecnológica, criando um cyborg dotado de pulsões caninas a partir do seu próprio corpo.
 Sofia Borges- Artista visual no campo da fotografia, Bacharel em Artes Plásticas pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Sua pesquisa fotográfica já rendeu diversos prêmios e vem sendo mostrada em inúmeras exposições coletivas e individuais. Foi selecionada pelo programa Rumos Itaú Cultural, recebeu destaque pela Bolsa Iberê Camargo e ganhou o Prêmio Porto Seguro de Fotografia. Em 2010, foi indicada ao “Paul Huf Award”, em Amsterdam. Atualmente vive e trabalha entre São Paulo e Ibiúna e é representada comercialmente pela 
galeria Virgílio, em São Paulo. 
Bjorn Sterri- Nasceu em1960. Vive e trabalha em Oslo.
Duane Michals- Nasceu em 1932 na Pensilvânia. Vive e trabalha em Nova Iorque.
Philippe Perrin- Naceu em 1964 em La Tronche (França). Vive e trabalha em Nice.
Pierre Molinier- Nasceu em 1900 em Agen (França) e faleceu em 1976 em Bordeaux.

Fotos do evento de lançamento do site na Casa França-Brasil
22.05.2011

Lançamento do site na Sala de Leitura da Casa França-Brasil

Plataforma Espaço de Criação
20.05.2011

 Plataforma Espaço de Criação constitui-se como lugar de experimentação e apresentação de experiências no campo da arte. Atelier, sala de aula e espaço de exposição convivem para fomentar e integrar distintas áreas do pensamento e da cultura através de exposições, cursos, oficinas, palestras e atividades culturais.

Configura-se como laboratório experimental de pesquisa artística e cultural. Espaço de produção, reflexão e exposição, visa compartilhar a experiência artística e promover momentos de relação com os fenômenos multidisciplinares que perfazem a arte hoje.

Situado em um ponto central da Zona Sul de Porto Alegre, vem suprir parte da demanda por espaços de formação artística e cultural na região.

Criado em janeiro de 2011 pelos artistas-pesquisadores Clóvis Martins Costa e Lizângela Torres, surge como espaço independente, oferecendo mais uma alternativa de fruição e compartilhamento da cultura na cidade.

 

Sobre a exposição EXPERIMENTO ZERO: Trata-se de uma mostra coletiva com artistas que propõem distintas formas de apresentação e compartilhamento de suas produções. O espaço expositivo irá funcionar como ponto de partida e ancoragem para proposições artísticas através de obras em vídeo, pintura, fotografia, instalação, objeto e colagem 

 

Ana Flávia Baldisserotto apresentará o trabalho Armazém Queira Mais, um empreendimento ambulante em atividade intermitente desde meados de 2007. Sua sede é uma carrocinha que concentra a recepção e venda de fotografias que não deram certo em formato postal. Como particularidade deste comércio, a moeda necessária para levar a imagem escolhida é a disposição do comprador de contar uma história à vendedora de plantão.O estoque do armazém é composto por imagens doadas por colaboradores voluntários, responsáveis por atestar a má qualidade do produto. 

A carrocinha circulará pelas cercanias em busca de boas oportunidades de negócios ao longo deste período. Datas e horários de atendimento serão divulgados em nossos quadros de anúncios no local. O trabalho pode ser acompanhado através do blog:

http://historiasdecarrocinha.blogspot.com

 

Cláudia Barbisan mostra uma sequência de colagens construídas através da apropriação de imagens de obras da história da arte, originando outros contextos e novas configurações para as imagens de origem.

 

James Zortéa mostra o vídeo Especulativo-móvel: Um agente realiza infiltrações analógicas ao arremessar nanquim e outras substâncias líquidas sobre a objetiva da câmera digital. No registro de paisagens urbanas, uma mancha atua sobre o plano e suas interferências determinam a narrativa do filme.

 

Clóvis Martins Costa apresenta um trabalho em pintura realizado entre 2010 e 2011, Acesso ao campo, no qual experimenta sobreposições de planos e linhas que formam emaranhados de campos de cor. Formas geométricas não euclidianas se transpassam no espaço da pintura, como fragmentos de paisagens extraídas de leitos de rios, pontes, estruturas metálicas, embarcações e rampas de concreto.

 

Elaine Tedesco mostra uma fotografia da série O arquivo agora, constituída por negativos obtidos entre 1980 -1983, projetados em outros contextos, resultando em uma imagem que contém tempos e lugares distintos.

 

Lizângela Torres instala a fotografia Foradentro , remanescente da série de ações Incursões Noturnas. Situada abaixo da escada do espaço de exposição, a instalação é formada por uma imagem, em back-light, da captura do movimento do corpo à noite.

 

Romullo Vieira Conceição apresenta uma caixa constituída por lâminas de vidro que sustentam objetos híbridos. Sua produção opera desconstruções dos códigos de representação ao promover a hibridização de meios e o encontro de objetos e materiais distintos.